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André Luís Silva
Nome: André Luís Silva
Idade: 33 anos
Ano de ingresso no curso: 1997
Ano de formação: 2002
O que faz atualmente: Professor na UFOP
- O que te levou a pensar em entrar na No Bugs?
Possibilidade de coordenar projetos de TI. Aprendizagem na área de gestão e administração. Visão sobre como se dá a realidade das práticas que envolviam softwares.
- Conte-nos um pouco sobre sua história na No Bugs: (Quantidade de vezes em que tentou o processo seletivo, ano de ingresso, cargos ocupados e quanto tempo ficou na empresa)
Entrei na No Bugs no ano de 1998, quando o processo de seleção praticamente não existia. No ano seguinte me candidatei ao cargo de presidente (cargo que ocupei em 1999). Já em 2001 fui diretor da comissão de responsabilidade social.
- Agora conte-nos sobre sua história no MEJ. (Reuniões, encontros, se chegou a ocupar algum cargo)
A No Bugs, já em 1999 participava do grupo da UFV que instigava o MEJ. Participei do EMEJ na cidade de JF como palestrante e representante da UFV. A No Bugs também participou do ENEJ em Curitiba - eu estava lá ;-) Eu também participei de algumas reuniões em BH por conta da FEJEMG (mas nessas reuniões eu era somente ouvinte).
- Qual foi a sua maior conquista com a No Bugs?
Ter organizado uma gestão da No Bugs em cenário que tínhamos até então, onde recursos (maquinário, logístico, humano) eram poucos. Acho que aquela equipe contribuiu para o MEJ.
- Durante seu período na No Bugs/MEJ, você conseguiu criar uma boa rede de contatos com empresários júniores?
Sim. Com as outras empresas Jr. da época (Adm, cooperativa, alimentos, economia, etc). Eis algumas fotos da viagem para Curitiba da galera da UFV que foi ao 9° ENEJ(Encontro Nacional de Empresas Juniores):

Os três da direita para esquerda foram presidentes (Alexandre, Henrique e André[eu])
Eis algumas fotos do grupo que organizou o VIII EMEJ em Viçosa:

Da esquerda para direita (Economia, Cooperativismo, Administração e Administração)

Da esquerda para direita (Administração, Nobugs, Cooperativismo, Administração)

- Caso a resposta anterior tenha sido afirmativa, essa rede trouxe algum resultado
na sua vida pós-MEJ?
Mais ou menos, pois segui a carreira acadêmica, logo os contatos não foram decisivos. Entretanto, no processo de seleção de mestrado e doutorado a participação na No Bugs contou pontos na seleção. (OBS: há uma corrente muito forte de empreendedorismo em programas de mestrado e doutorado na atualidade)
- Como foi sua primeira experiência profissional após sair da No Bugs?
Arrumei um emprego de Analista de Sistemas em BH. Fui indicado por um colega que havia formado antes de mim.
- O que a No Bugs agregou para você como profissional? Você sentiu que essa experiência serviu de algum modo para ingressar no mercado de trabalho?
Para mim sim que entrei para carreira de docente. Ter experiência no Movimento Jr. Conta pontos no processo de seleção de professores, afinal o professor selecionado pode ser o próximo a orientar os alunos na EJ.
- Como você acha que é visto um profissional que tem a No Bugs no currículo? Até que ponto isso faz diferença?
Vou dizer enquanto profissional da docência. Conta pontos no processo de seleção de professor. Além disso, me acho mais preparado para ajudar os alunos da Empresa Jr. OBS: A UFOP tem empresa Jr de Eng da Produção (sou professor no curso de Eng da Produção).
- Você ainda acompanha - mesmo que não frequentemente - o andamento da No Bugs ?
Pouco. Encontrei alguns membros da No Bugs em Rio Paranaíba na 2ª Semana Acadêmica do Curso de Sistema de Informação UFV.
A No Bugs agradece ao André Luis Silva pela sua disponibilidade em responder nossa entrevista e também por ter feito parte da nossa história!
Gabriel Agostini Chequer
Nome: Gabriel Agostini Chequer
Idade: 24 anos
Ano de ingresso: 2005
Ano de formação: Formatura em 12/2010
O que faz atualmente: Mestrando em Eng. de Software PUC Rio.
- O que te levou a pensar em entrar na No Bugs?
Eu queria trabalhar na minha área e ver as coisas acontecerem. Queria ter contato com o mercado de trabalho. Eu sabia que a No Bugs estava numa situação ruim e eu queria ter a chance de mudar isso. Eu entrei na No Bugs logo que entrei no curso. Com menos de um mês na UFV eu já estava trabalhando no Departamento de qualidade da empresa. Essa relação só acabou quando eu me formei pois, fiz meu Projeto Final de Curso com a No Bugs também. Ou seja, não houve período algum da minha graduação em que eu não estive envolvido com a empresa júnior.
- Conte-nos um pouco sobre sua história na No Bugs: (Quantidade de vezes em que tentou o processo seletivo, ano de ingresso, cargos ocupados e quanto tempo ficou na empresa)
Tentei o processo seletivo da No Bugs apenas uma vez. Foi no início de 2005, logo quando entrei na UFV. Passei e, com menos de um mês de No Bugs já estava no EMEJ Juiz de Fora. Fiquei perdidão no encontro mas voltei pra Viçosa super empolgado pra mudar a empresa. Eu ficava na sede atendendo telefonemas e lendo livros sobre empresa júnior. Era muito dedicado até com as coisas simples como anotar recados (rs). Eu era trainee da qualidade mas não aprendi quase nada à respeito dessa área pois meu gerente não me passava nada pra fazer. Acredito que comecei ainda em 2005 a participar das reuniões da Fejemg.
No fim do ano, organizei junto com o Ronnan, que era diretor de Marketing, o churrasco da empresa. Meu esforço foi grande e, fui premiado como destaque do mês. Realizei também uma palestra sobre Marketing e vi o quanto era difícil a arte da oratória. No fim daquele ano me candidatei ao cargo de diretor de marketing e, comecei o ano de 2006 como diretor do departamento apesar de não saber nada à respeito disso. Fizemos carteirinha da No Bugs, camisa, wallpaper, o site da No Bugs, entre outros. Mas o projeto carro-chefe naquele ano foi a pesquisa de mercado. Aumentei a frequencia nas reuniões da Fejemg naquele ano mas não fui ao EMEJ 2006 em BH. Em compensação fui o único de Viçosa à ir ao ENEJ Floripa. Bom, me candidatei à presidência no fim do ano pois eu estava muito envolvido com a No Bugs e com a FEJEMG. O ano de 2007 foi incrível. Adorei ser presidente da empresa. Fizemos o primeiro planejamento estratégico da No Bugs, estreitamos os laços com a FEJEMG, CEEMPRE Jr e com o APL TI Viçosa. Realizamos 17 projetos e lucramos bem no fim do ano, coisa que não vinha acontecendo nos últimos 4 anos. Também fui divulgador do EMEJ 2007 em Viçosa. Fizemos um site bem melhor do que costumavam ser os sites do EMEJ, além de cartazes, mensagens nas redes sociais, newsletters etc. Resultado: recorde de inscritos no evento e fechamento das inscrições com 21 dias de antecedência. Fui muito presente na Fejemg naquele ano e, fui até intimidado à me candidatar ao cargo de vice-presidente (rs). Achei melhor sossegar para me dedicar mais ao curso. Foi também no ano de 2007 que o Fórum, projeto idealizado pelo Ronnan foi premiado como melhor case no ESEJ e no EMEJ. Esse projeto ainda seria premiado à participar do COMEJ 2008 em Portugal, onde eu, como presidente do conselho, fui o apresentador com as despesas de viagem e inscrição no evento pagas pelo DPI e pela UFV. Após isso me despedi da empresa pois morei um ano nos EUA e voltei para realizar meu projeto final de curso com a No Bugs e me formar. Que saudade!
- Agora conte-nos sobre sua história no MEJ. (Reuniões, encontros, se chegou a ocupar algum cargo)
Já falei quase tudo(rs). Participei de reuniões da Fejemg de 2005 até 2008. Fui Diretor de Marketing, Presidente e Presidente do Conselho da No Bugs. Fui representante da No Bugs no APL Ti de Viçosa, Coordenador de Integração da Fejemg e Coordenador de Divulgação do EMEJ 2007.
Participei de dois planejamentos estratégicos da Fejemg. Um em 2005 e outro em 2007 eu acho.
- Qual foi a sua maior conquista com a No Bugs?
A minha maior conquista foi o aprendizado. Oratória, comunicação, contato com cliente, benchmaking, visão estratégica, gestão de pessoas etc. Isso fica pra vida toda e, dificilmente eu conseguiria adquirir esse conhecimento sem a No Bugs. Isso tudo veio através de muitas reuniões, congressos, projetos desenvolvidos, apresentações, organização de eventos entre outros.
- Durante seu período na No Bugs/MEJ, você conseguiu criar uma boa rede de contatos com empresários júniores?
Com certeza. Sou amigo de muitos deles até hoje. Sou até convidado para o casamento deles (rs). As amizades feitas no MEJ são muito intensas.
- Caso a resposta anterior tenha sido afirmativa, essa rede trouxe algum resultado na sua vida pós- MEJ?
Sim, meus amigos de MEJ são, no fundo conselheiros profissionais. Eu sempre recorro à eles antes de decidir que rumo tomar na minha vida.
- Como foi sua primeira experiência profissional após sair da No Bugs?
Excelente. Eu já tinha trabalho na No Bugs e em estágios na UFV. Logo, já saí com experiência de mercado. Mas a No Bugs me diferencia pelo relacionamento que tenho com as pessoas e pela organização no trabalho.
- O que a No Bugs agregou para você como profissional? Você sentiu que essa experiência serviu de algum modo para ingressar no mercado de trabalho?
Agregou capacidade de comunicação diferenciada, visão estratégica e de negócios, e relacionamento com pessoas. As experiências que tive lá foram importantes pois elas me tornaram um profissional muito mais maduro do que os profissionais da minha idade.
- Como você acha que é visto um profissional que tem a No Bugs no currículo? Até que ponto isso faz diferença?
Não pode só ter a No Bugs no currículo. Tem que se dedicar. Existem níveis de envolvimento dentro de uma empresa júnior. Eu esperaria comportamentos diferentes de um ex-presidente e de um ex-diretor de empresa júnior por exemplo. Ou de alguém que participou ativamente da Fejemg ou não. Hoje em dia muitas empresas valorizam o selo MEJ mas, o que faz a diferença foram as suas experiências. Quanto mais intensas e frequentes elas foram melhor para você.
- Você ainda acompanha - mesmo que não frequentemente - o andamento da No Bugs?
Sim, sei tudo. (rs) Acompanho o wiki mas não entro no fórum. Sei quem são os presidentes hoje e os conheço pessoalmente. Só que a tendência é que isso diminua com o tempo.
- Deixe um recado para os atuais colaboradores da empresa.
Mandem ver. Trabalhem muito. Tenham muita ambição. Puxem menos matérias para poder se dedicar mais. Não tenham pressa de formar. Tire tudo que puder tirar da universidade e da No Bugs. Vá à todos os congressos possíveis, escreva cases e faça muita festa pois a No Bugs é isso. Festa e trabalho.
A No Bugs agradece ao Gabriel Agostini Chequer pela sua disponibilidade em responder nossa entrevista e também por ter feito parte da nossa história!
Luiz Paulo Ferreira
Nome: Luiz Paulo Coelho Ferreira
Idade: 25 anos
Ano de ingresso no curso: 2006
O que faz atualmente: Analista de Otimização da Gapso no Rio de Janeiro
- O que te levou a pensar em entrar na No Bugs?
Entrei na faculdade depois de fazer 4 anos de colégio técnico, com experiência de trabalho na área, dessa forma eu entrei na UFV com 2 objetivos somente, ter um diploma universitário e fazer contatos profissionais para o futuro. Para o segundo objetivo vi na No Bugs uma ótima oportunidade de fazer contatos com pessoas do meu curso e de outros cursos, que podem no futuro conhecer meu trabalho e me indicar para possíveis projetos.
- Conte-nos um pouco sobre sua história na No Bugs: (Quantidade de vezes em que tentou o processo seletivo, ano de ingresso, cargos ocupados e quanto tempo ficou na empresa)
Passei no processo seletivo de primeira, em 2007, 1 ano depois de ter entrado na graduação, meio contestado por ser uma pessoa com opiniões fortes, mas recebi o apoio do Ivo, que era o Diretor Chefe de Projetos na época e viria a ser o presidente no ano seguinte, para minha entrada e não o decepcionei. No ano seguinte virei Diretor Chefe de Projetos e depois Presidente. Fiquei 3 anos e meio na No Bugs, até terminar meu projeto final que era baseado em colocar alguns requisitos do MPS.Br na empresa.
- Agora conte-nos sobre sua história no MEJ. (Reuniões, encontros, se chegou a ocupar algum cargo)
Apesar de não ser do RP, sempre tive um foco de trabalho bastante focado no MEJ, sempre participei das reuniões da FEJEMG e encontros de empresários juniores pois via ali uma oportunidade para mim de adquirir contatos e uma oportunidade para a empresa de captar projetos. Durante o meu tempo de empresa a No Bugs desenvolveu vários projetos para empresa juniores, inclusive um para a Brasil Junior. Na FEJEMG eu cheguei a ser Assessor de Relacionamento Institucional na gestão de 2009/2.
- Qual foi a sua maior conquista com a No Bugs?
Como diretor de projetos acredito ter sido a execução do SMD EJs. E como presidente ter feito o primeiro planejamento estratégico que foi efetivamente seguido, gerando excelentes resultados, inclusive aparecer pela primeira vez entre as melhores EJs do Brasil pela Brasil Junior.
- Durante seu período na No Bugs/MEJ, você conseguiu criar uma boa rede de contatos com empresários juniores?
Graças a Deus esse meu objetivo eu posso dizer que foi concluído, tenho amigos em diversas cidades que cobram até hoje a minha visita.
- Caso a resposta anterior tenha sido afirmativa, essa rede trouxe algum resultado na sua vida pós-MEJ?
Com frequência ainda recebo propostas de trabalho recebidas através de indicação de empresários juniores da minha época, o que me da uma segurança para não me sentir escravo da empresa que trabalho e de realizar meu sonho de criar a minha própria empresa.
- Como foi sua primeira experiência profissional após sair da No Bugs?
Assim que sai da No Bugs já entrei na Gapso empresa que trabalho hoje em dia.
- O que a No Bugs agregou para você como profissional? Você sentiu que essa experiência serviu de algum modo para ingressar no mercado de trabalho?
A No Bugs me ajudou muito na questão de relacionamentos pessoais, graças a ela eu aprendi a como tratar diferentes pessoas com diferentes personalidades e me controlar mais pensando em o que dizer antes de simplesmente dizer.
A No Bugs não me ajudou a ingressar no mercado de trabalho, não por que ela não sirva para isso, mas é que a oportunidade veio através de outras atividades que eu fazia na universidade.
- Como você acha que é visto um profissional que tem a No Bugs no currículo? Até que ponto isso faz diferença?
Acredito que ainda faça pouca diferença, mas isso tem mudado, e para melhor para os atuais empresários juniores, quanto mais trabalho bem feito for feito nas empresas, como o trabalho que vem sendo feito na No Bugs hoje, mais o mercado tende a valorizar, e no futuro esses que são empresários juniores que levam o movimento a sério irão passar a cobrar isso nos currículos e ai sim a diferença será gritante entre um empresário junior e outra pessoa sem essa experiência.
- Você ainda acompanha - mesmo que não frequentemente - o andamento da No Bugs?
Com certeza, ainda tenho alguns bons amigos na empresa, alguns inclusive que já deveriam ter largado o osso diga-se de passagem, então sempre acompanho as atividades, mas sinto falta de informações da empresa partindo da empresa, e não que eu corra atrás.
- Deixe um recado para os atuais colaboradores da empresa
Eu já esperava que o Jhoney fosse ser o presidente desde 2008, quando ele entrou na empresa, por ele ser um cara que não aceitava as coisas do jeito que elas eram. Para fazer as coisas melhorarem o primeiro pré-requisito é que você não goste da forma que é feito hoje, que pense em uma forma melhor de fazer. E isso eu acho que é fundamental para qualquer um que queira crescer na vida, não aceitem as coisas por que elas são assim, por que alguém disse que tem que ser assim, e pensem sempre em como as coisas podem ser melhores e trabalhem para isso, sempre respeitando a opinião e capacidade dos outros.
A No Bugs agradece ao Luiz Paulo Ferreira pela sua disponibilidade em responder nossa entrevista e também por ter feito parte da nossa história!
Alexandre Caramaschi
Nome: Alexandre Caramaschi
Idade: 29 anos
Ano de ingresso no curso: 1999
Ano de formação: 2003
O que faz atualmente: Sou gerente comercial da Schincariol tendo subordinado a mim 48 colaboradores, tendo passado antes pela Brasil Telecom, Operadora Oi e Embratel.
- Conte-nos um pouco sobre sua história na No Bugs, MEJ.
Entrei na No Bugs no ano de 2000 e tive minha última participação no movimento Jr no JEWC em Eindhoven - Holanda. Me sinto até hoje membro deste movimento pois ele dá vazão a nossa inquietação empreendedora, vontade de realizar e de se relacionar com pessoas de sucesso. Em 2000 fui diretor de marketing, em 2001 fui diretor presidente, em 2002 fui para o conselho e presidente da Central de Empresas juniores da UFV. Em 2003 Fiz parte da FEJEMG.
- Qual foi a sua maior conquista com a No Bugs?
Minha maior conquista na No Bugs foi aprender que o mundo dos negócios não é uma brincadeira como passamos a imaginar assim que entramos na Faculdade. Nos deparamos com universo completamente novo e desafiante. Descobrimos principalmente que excelência na liderança é um processo de construção contínuo e que é ótimo começar na universidade.
- Durante seu período na No Bugs/MEJ, você conseguiu criar uma boa rede de contatos com empresários juniores?
Até hoje mantenho contato com os membros da No Bugs e ex empresários juniores do mundo todo, contatos que me enriquecem sempre. Tento também estar presente nos eventos me colocando a disposição para palestrar em todos os encontros regionais e nacionais da organização. Já palestrei em alguns Encontros mineiros em Viçosa e Belo Horizonte.
- Como foi sua primeira experiência profissional após sair da No Bugs?
Ao sair da No Bugs, minha primeira experiência profissional foi na Brasil Telecom onde as exigências do cargo em dinamismo e relacionamento entre áreas se deslanchou sem dúvida alguma pelas experiências vividas no movimento Jr.
- Como você acha que é visto um profissional que tem a No Bugs no currículo? Até que ponto isso faz diferença?
Não é exatamente ter No Bugs no currículo que faz a diferença. Quando realizo processos seletivos, seja pra supervisor de vendas, Trade ou marketing, o que mais avalio é o quanto a experiência acrescentou ao profissional. Empresa Jr. é um laboratório magnífico para desenvolver características muito disputadas por quem contrata, mas depende do aluno aproveitar bem isso.
- Deixe um recado pra os atuais colaboradores da empresa:
Espero que tenha sempre disponível os meus contatos colados no mural da No Bugs empresa que eu praticamente ajudei a fundar e que tenho no coração, sempre a disposição para apoiar no que estiver ao meu alcance.
A No Bugs agradece ao Alexandre Caramaschi pela sua disponibilidade em responder nossa entrevista e também por ter feito parte da nossa história!
Ronnan del Rey
Nome: Ronnan del Rey Ramos de Melo
Idade: 26 anos
Ano de ingresso no curso: 2003
Ano de formação: 2007
O que faz atualmente: Gerente de Projetos numa empresa incubada na UFJF. Diretor da Aceleradora de Empresas (www.aceleradoradeempresa.com.br). Empreendedor com mais de 50 clientes pessoais no desenvolvimento de websites e sistemas web
- O que te levou a pensar em entrar na No Bugs?
Sempre quis ter a própria empresa e sabia que seria o ótima experiência.
- Conte-nos um pouco sobre sua história na No Bugs: (Quantidade de vezes em que tentou o processo seletivo, ano de ingresso, cargos ocupados e quanto tempo ficou na empresa)
Eu fiquei na empresa por 3 anos, mas de forma bem intensa. Logo no primeiro mês fui convidado a participar da reunião da Fejemg e não larguei mais o MEJ. Os cargos: Trainee, membro do Dpto. de Marketing, presidência, presidência do conselho, representante da FEJEMG, assessor da presidência da Brasil Jr.
- Agora conte-nos sobre sua história no MEJ. (Reuniões, encontros, se chegou a ocupar algum cargo)
Como disse acima participei no MEJ por 3 anos, indo em diversas reuniões da Fejemg com decisões importantes. Sempre próximo a presidência e no último ano fui indicado para tal cargo, mas tive que recusar por estar focado na formatura. Fui assessor na Brasil Jr, participei de 3 EMEJ e 1 ESEJ, tive o azar de perder todos os ENEJs.
"MEJ é um amor que ainda cultivo". Gosto de palestrar, este mês mesmo estive no Encontro Sul Fluminense de Empreendedores Juniores. Fui mediador da mesa redonda do EMEJ Juiz de Fora 2008, palestrei no EMEJ Viçosa 2010 e diversos outros eventos, sempre falando sobre "Sucesso", "Motivação", "Mercado de Trabalho", etc.
- Qual foi a sua maior conquista com a No Bugs?
Criei o "Fórum de Discussão Online como Gestão do Conhecimento" que fiz difundir implantando na Fejemg e vencendo o Prêmio Fejemg (até aquele momento impossível sair das mãos da Campe e UCJ), case no EMEJ, ESEJ e apresentado no COMEJ pelo Gabriel Chequer. Última pesquisa que fiz todas as empresas federadas usavam o fórum. Até hoje meu nome é lembrado como o "Ronnan do Fórum".
- Durante seu período na No Bugs/MEJ, você conseguiu criar uma boa rede de contatos com empresários júniores?
Extremamente grande e importante. Todos os meus contatos atualmente ocupam grandes cargos. Tive o prazer de encontrar boa parte num casamento este ano e é excelente ter estes amigos até hoje.
- Caso a resposta anterior tenha sido afirmativa, essa rede trouxe algum resultado na sua vida pós-MEJ?
Ainda não precisei utilizá-los diretamente na minha carreira, mas saber que existe a possibilidade gera um ótimo conforto. Alguns já realizaram pequenos projetos comigo, como website e sistemas.
- Como foi sua primeira experiência profissional após sair da No Bugs?
Criei minha própria empresa, casei, mudei para Juiz de Fora e tive uma filha, heheheh. Em menos de 1 ano! Por 12 meses sustentei minha família trabalhando em casa, usando a experiência da No Bugs e os clientes que eu já tinha conquistado no período da Graduação. Depois resolvi procurar um emprego fixo para ter experiência e em 3 meses fui ao cargo de Gerente de Projetos pela facilidade de gerenciar equipe, prazos, atender clientes e saber prioridades.
- O que a No Bugs agregou para sua você como profissional? Você sentiu que essa experiência serviu de algum modo para ingressar no mercado de trabalho?
É essencial. Noventa e cinco por cento do conhecimento que utilizo hoje foi adquirido lá. Você tem que saber conversar com o cliente, dar prazos, dar preço de um determinado serviço, e isso tudo são dúvidas que você tem quando entra na empresa e aos poucos vai aprendendo. É importante saber diferenciar e atender de formas diferentes clientes com conhecimentos específicos diferentes. Eu tive muitas falhas na empresa júnior e agora que não posso errar não as cometo mais. Além disso, os projetos que fiz na No Bugs me deram credibilidade, isso contou para que eu pegasse mais projetos.
- Como você acha que é visto um profissional que tem a No Bugs no currículo? Até que ponto isso faz diferença?
É uma ilusão pensar que por no currículo que já trabalhou na empresa júnior vai te colocar lá dentro. Ajuda... Mas se seu concorrente tiver uma certificação ele vai estar à frente. Mas dentro da empresa faz muita diferença. O cara que só programa vai ser sempre programador, já o que tem outras experiências tende a crescer muito mais na empresa.
- Você ainda acompanha - mesmo que não frequentemente - o andamento da No Bugs?
Acompanhei de perto muitos anos, enquanto conheci membros. Atualmente vejo apenas notícias e comentários de amigos que ainda estão no MEJ.
- Deixe um recado para os atuais colaboradores da empresa.
Aproveitem bem os pequenos detalhes, são eles que fazem a diferença. Não é necessário esperar aparecer um projeto para começar a trabalhar. Entre para poder administrar e depois programar. Antes de querer algo da empresa, dê algo a ela! O retorno será automático. Se você faz suas tarefas, você aprende muito mais e tenha certeza que os projetos virão.
A No Bugs agradece ao Ronnan del Rey pela sua disponibilidade em responder nossa entrevista e também por ter feito parte da nossa história!
Hugo Magalhães
Durante a graduação a participação na empresa júnior me parecia uma excelente oportunidade principalemente pelas oportunidades de aperfeiçoamento profissional e experiências com outros empresários.
Sim, muitos de meus contatos profissionais e referências surgem de contatos do MEJ. Alguns projetos na agência vem desde a época em que era membro da Nobugs. Hoje somos resposáveis pela hospedagem de todos os sites da Fejemg.
Pessoas que conhecem o funcionamento da empresas juniores sabem que o profissional que tem esse selo no currículo já possui alguns diferenciais dos demais, como experiência técnica, conhecimento básico de alguns fluxos internos, capacidade de trabalho em equipe, boa comunicação, etc.
Acredito que a experiência MEJ só tenha a agregar aos empresários. Busquem sugar desse período o máximo que ele pode lhes oferecer, e usem a capacidade que tem para evoluir o movimento, que é muito nobre, mas que sempre estará aberto a modificações em melhorias. Participar de eventos e integrar com outras empresas de outras cidades e até mesmo de outro estado é fundamental no processo de aquisição das vantagens que esse processo pode lhes oferecer. Um grande abraço a família No Bugs.
A No Bugs agradece ao Hugo Magalhães pela sua disponibilidade em responder nossa entrevista e também por ter feito parte da nossa história!
Rafael Menta
Nome: Rafael Menta Guedes
Idade: 24 anos
Ano de ingresso no curso: 2006
Ano de conclusão: 2010
O que faz atualmente: Atualmente exerço a função de Engenheiro de Software na Sydle, em Belo Horizonte.
- O que te levou a pensar em entrar na No Bugs?
O que mais me motivou a entrar foi poder vivenciar experiências que dificilmente eu encontraria em estágio iniciação científica. O contato com pessoas de outros cursos, outras cidades, clientes, etc; sempre foi um grande atrativo pra mim.
- Conte-nos um pouco sobre sua história na No Bugs: (Quantidade de vezes em que tentou o processo seletivo, ano de ingresso, cargos ocupados e quanto tempo ficou na empresa)
Tentei uma vez quando era calouro e passei logo de cara, em maio de 2006. Por dois anos eu fui membro do departamento de marketing. Em 2008 eu fui diretor do departamento e em 2009 fui vice-presidente, quando infelizmente precisei sair por não poder me dedicar tanto quanto antes. Paralelo às atividades de departamento eu sempre desenvolvi projetos, que também me interessavam muito.
- Agora conte-nos sobre sua história no MEJ. (Reuniões, encontros, se chegou a ocupar algum cargo)
Participei do EMEJ 2007, em Viçosa e do EPEJ 2008, em Araraquara. Além disso fui a algumas reuniões da FEJEMG em Juiz de Fora e Belo Horizonte. De 2007 pra 2008 tentamos implementar uma rede nacional de empresas juniores de computação. Fui moderador dessa rede junto a colegas de Brasília e São Paulo. A idéia era ambiciosa, envolvia a adaptação de metodologias RUP e Scrum para a realidade de EJs, projetos desenvolvidos em parceria e intercâmbio de membros para troca de experiências. Chegamos a fazer um encontro presencial durante o EPEJ de 2008 onde traçamos ações e metas. Infelizmente, devido a pouca adesão, o projeto não chegou onde queríamos.
- Qual foi a sua maior conquista com a No Bugs?
A maior conquista pessoal com certeza foi modernizar a identidade visual. Tinha essa vontade já antes de entrar e é muito gratificante hoje ver o resultado do trabalho. Já no lado "profissional", por assim dizer, foi a implementação do projeto SMD para a Brasil Junior. Apesar de não ter uma grande complexidade ele possibilitou uma grande visibilidade para a empresa no cenário nacional.
- Durante seu período na No Bugs/MEJ, você conseguiu criar uma boa rede de contatos com empresários júniores?
Sim! Conheci bastante gente, principalmente de Brasília e São Paulo, além é claro dos que conheci em Minas. Alguns acabaram virando grandes amigos.
- Caso a resposta anterior tenha sido afirmativa, essa rede trouxe algum resultado na sua vida pós-MEJ?
Diretamente não, pois continuei na mesma empresa do estágio. Mas a troca de experiência continua, seja em conversas sobre o mercado ou compartilhando conhecimentos.
- Como foi sua primeira experiência profissional após sair da No Bugs?
Eu fiz estágio na Sydle em Viçosa e vim pra BH após formado. A diferença de um estágio pra um emprego é grande. Há mais responsabilidade, mais cobrança, exigência por produtividade maior, enfim, o mercado quer sempre o máximo de você. Em várias situações as experiências que tive na No Bugs, seja em projetos ou nas relações membro-diretor, com o cliente ou colegas de trabalho, ajudaram bastante como base para as experiências atuais.
- O que a No Bugs agregou para sua você como profissional? Você sentiu que essa experiência serviu de algum modo para ingressar no mercado de trabalho?
Acho que um grande valor que foi agregado é a auto-confiança que você adquire. Trabalhando na EJ você vê que tem um diretor, mas que ele é também seu colega de curso, você conversa com presidentes de Federação, EJs, etc; mas apesar dos cargos todos ali são pessoas normais (algumas não tão normais, mas tudo bem...), você aprende a lidar com o clientes dos mais diversos tipos. Isso te ajuda bastante no mercado, desde a entrevista, que você consegue transmitir segurança, até o seu dia a dia no trabalho, se sentindo seguro pra tomar decisões ou conversar com superiores. Não dá pra descartar também a experiência técnica. Poder desenvolver vários projetos me permitiu aplicar aquele conhecimento que parecia distante nas aulas. Alí você entende porque seguir uma metodologia no processo, modelar uma arquitetura ou definir padrões de projetos são tão importantes.
- Como você acha que é visto um profissional que tem a No Bugs no currículo? Até que ponto isso faz diferença?
É visto sim. Hoje você não precisa explicar o que é uma empresa júnior, ou o que ela faz. As empresas sabem que elas existem e querem saber de você como você trabalhou nela, o que produziu, o que aprendeu, etc. Não é apenas ter ela no currículo, mas mostrar que diferença você fez pra ela e ela pra você.
- Você ainda acompanha - mesmo que não frequentemente - o andamento da No Bugs?
Tento sempre que possível. Procuro saber de alguns conhecidos como as coisas andam e tal; vez ou outra eu entro no fórum pra dar uma lida.
- Deixe um recado para os atuais colaboradores da empresa.
Não há problema em errar e temer. Mas se há uma, talvez a melhor, chance para passar por cima disso é a empresa junior. Participem com vontade, conheçam pessoas e realidades diferentes, rocurem aprender, compartilhar e aplicar os conhecimentos. Podem ter certeza que os frutos serão colhidos quando vocês formarem. A oportunidade de participar de uma EJ é única. Não que ela seja mais ou menos importante que estágios e iniciações científicas, mas sua experiência é incomparável. Enquanto vocês fizerem parte dela, tentem sempre fazer o melhor. Procurem deixar a empresa ainda melhor do que como a encontraram, deixem motivos para que não só você, mas que os que já passaram e os que virão continuem se orgulhando da nossa No Bugs :) E sempre que precisarem de algum apoio, estou a disposição no que for possível!
A No Bugs agradece ao Rafael Menta pela sua disponibilidade em responder nossa entrevista e também por ter feito parte da nossa história!
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